(H)uma/unidade

30 04 2009

“Todos diferentes, todos iguais”.

Onde quer que se vá no mundo, encontramos pessoas anatomicamente idênticas que se emocionam pelos mesmos motivos, que sorriem pelas mesmas razões, que se exprimem através de palavras, música e dança. As lágrimas são idênticas, assim como o são os abraços. Os costumes diferem, mas em comum está sempre o sentido de comunidade. Ama-se e sofre-se da mesma forma. Comer, dormir, tudo igual. Uns trabalham sentados, outros trabalham curvados, mas todos trabalham. Sendo assim, porque é que continua a haver tanta separação, tanto desrespeito?

“All different, all equal”

Wherever we go around the world, we find anatomically identical people that get emotional for the same things that smile for the same reasons that express themselves through words, music and dance. Tears, like hugs, are the same. Traditions differ, but there is always in common a sense of community. We all love and we all suffer. Eat, sleep, everything the same. Some sit to work, others have to bend, but we all work. So, why do we still see so many differences between each other, why do we still disrespect others so much?

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