India, at last!

7 08 2011

Finalmente o meu sonho de menina!

Um sonho desde a volta dos meus pais da sua primeira visita à India, criado pelos seus relatos de pessoas a comerem arroz com as mãos “faziam bolinhas, assim, e comiam!”, de um didgeridoo a ser tocado nas escadas do Taj Mahal e das pessoas com olhares penetrantes, a entregarem a alma a quem lhes olhasse.

Um sonho alimentado pela recusa dos meus pais de nos levarem lá “irão quando forem adultas, será uma decisão ponderada e vossa porque é um país demasiado marcante.” Aumentado com a segunda viagem deles, as fotos e mais relatos.

Finalmente! A viagem está marcada e o destino começa a ganhar forma. Muita leitura e uma excitação como há muito não sentia. E a verdade é que não faço uma grande viagem desde Março de 2008, o maior período de secura desde que os meus pais me iniciaram nestas andanças viajantes. Mesmo as viagens curtas a sítios novos não me acalmaram o vício. Mas esta sim. Esta será uma das Grandes Viagens da minha vida. Sei-o antes de ir. Sei que o confirmarei quando voltar.





新年快樂

6 02 2011

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Ano Novo Chines em Paris





The door

27 01 2011

Marrakesh ’10





Rainbow

19 01 2011

Marrakesh ’10

Porque o meu futuro precisa de muita cor…





Provins

10 08 2010

No Domingo fui até Provins, com a grande companhia da C.

Provins é uma cidade medieval linda, com 53 edifícios classificados como património mundial pela Unesco. E realmente parece ter parado no tempo, entre os séculos XI-XV, pelo que é difícil não parar a cada esquina para contemplar a arquitectura medieval.

A apenas 1.30 min de Paris, é um excelente destino de um dia para quem já conhece bastante bem a capital.

A não perder a visita aos subterrâneos (3 km de galerias, segundo a guia).





Sardignia em imagens

3 07 2010

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Sardignia

3 07 2010

Mais uma viagenzita e um retorno à Sardignia, o nosso primeiro destino a dois bem lá no início.

Desta vez fomos para o sul, para a zona de Cagliari, a capital. Como da primeira vez, uma água belíssima, azul-transparente e morninha (mas sem as minhas adoradas ondas) e sombras de pinheiro perfeitas para acampar.

Pontos altos:

1. Nós! A distância mata, mas estes encontros quinzenais sabem tão bem e sem dúvida ajudam a minimzar os danos…

2. O mar! Esse mar que me preenche a alma e me ajuda a respirar melhor, libertando-me da sensação claustrofóbica que tenho sempre que estou longe.

3. As pessoas! Tirando os que trabalham em restauração, todos se disponiblizaram para ajudar! O melhor foi sem dúvida a facilidade em pedir boleia, cheguei ao cúmulo de levantar o polegar e o primeiro carro parar logo!

4. A comida! Não basta ser Itália que já por si significa comida deliciosa, mas a Sardignia é especialista em carne de cavalo (já sei que é controverso, mas é óptimo, que hei-de fazer?) e em marisco!

5. As ruínas Nuraghe! As ruínas deixadas pela civilização nurágica (não sei se em português será assim), exclusiva da Sardignia e à qual apenas fui introduzida quando fui a Alghero, em 2007. Estão por toda a ilha, normalmente em pontos panorámicos, deixando uma marca bem forte nas memórias da Sardignia.

Pontos baixos:

1. As praias sem areais vastos… Que rico é Portugal com praias gigantes, brancas, com imenso espaço para evitar aglomerações de pessoas quase nuas…

2. Os ragazzi italiani! Que desilusão! Pode ser meterosexualidade, mas onde anda a masculinidade e virilidade latina?? Certamente não por aquelas bandas…

Umas férias e aniversário geniais! 🙂