Countdown almost over…

28 01 2010

-1 para o Grande Dia…

Estou nervosa, com medo mas acima de tudo bastante excitada e curiosa.

Amanhã por esta hora já estará tudo acabado?

Fingerscrossed…

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Post no 100!

30 09 2009

Um post muito especial, não pelo número mas porque finalmente submeti a minha tese!

Ironicamente comecei este blog mais ou menos quando comecei a escrever a tese. Pelo meio, um mês e qualquer coisa no laboratório, um mês mais em baixo no qual fui muito mimada, muito cinema, muitas series, descobri o mundo da blogosfera e nos “tempos livres” lá ia escrevendo qualquer coisinha, sempre com a sensação de que não conseguia ver o fim…

Mas com a pressão dos prazos, o tempo livre transformou-se em full-time e passei semanas quase sem sair da toca, a exercitar os meus dedinhos sem parar. Muito stress à espera de feedback que demorou mais (muito, muito mais) do que o desejado. Muito choro, muitas gargalhadas sem razão aparente. Foram meses em que a minha sanidade foi posta à prova e esteve perdida. Mas, agora que já foi submetida, só me parece impossível como é que estes meses passaram tão rápido… Já está? E agora?

Ainda falta o exame oral, mas a submissão de uma tese (já aprovada pela orientadora) é mesmo o início do fim. E para mim, o fim de 4 anos que completamente revolucionaram a minha vida.

Aprendi muito cientificamente, mas este doutoramento foi mais uma viagem pelo meu interior do que pela ciência. Aprendi que nunca se pode contar com mais ninguém a não ser com nós próprios. Triste aprendizagem? Não! De modo algum! Comecei este doutoramento com a “certeza” que tinha pessoas/alicerces suficientemente fortes para me apoiar “no matter what”. Mas a verdade é que, quando alguns desses alicerces ruiram, vi-me sozinha e entrei em panico. Durante este doutoramento fui obrigada a redescobrir-me, a aprender a encontrar forças dentro de mim e não depender em mais ninguém. Pode parecer muito trivial, mas a verdade é que sempre tive uma vida recheada de pessoas que me amam e nunca me tinha sentido sozinha no mundo. Nunca o estive realmente, houve sempre alicerces a apoiar-me, mas a queda de um desses obrigou-me a revolucionar o meu pequeno mundo.

E com o fim da tese chega também a certeza de que o consegui. Acabei o doutoramento (eu sei que ainda não está feito, mas a recta final é fácil) com forças vindas de dentro de mim. Quem me conhece pode não me rever nestas palavras, sempre fui apelidada de “extremamente forte”. E sou! A defender os meus direitos, mas principalmente a defender os direitos dos mais desprotegidos e dos que me são mais queridos! Mas a defender as minhas capacidades, a acreditar em mim, nem por isso. Eu sei do que sou capaz, mas como as minhas capacidades sempre foram tão louvadas, nunca desenvolvi a força interior necessária para puxar por mim quando o mundo colapsasse à minha volta. E olhando para trás, foi exactamente isso que aconteceu enquanto fazia a viagem do doutoramento. Fui abaixo mas ergui-me e acabei por não perder muito tempo…  Sim, o doutoramento foi afectado, mas recuperei o tempo que perdi. E quatro anos passaram para, no fim, culminar num pequeno livro, mas sobretudo numa pessoa mais matura, mais forte e com mais fé em si própria!

Agora? Agora estou dormente. Ainda não assimilei completamente que realmente acabou. A universidade estava hoje cheia de alunos acabados de chegar, cheios de sonhos, prespectivas e ambições. “Há quatro anos era eu” pensei, com um sorriso nos lábios. E é com esse sorriso, salgado com lágrimas saudosas que já começam a cair, que encerro este post no. 100.





The end is near…

29 09 2009

And this is how I feel, after so many months behind a computer screen (ok, perhaps less hairy…):

31710





Counting days

17 09 2009

calimero8Há semanas que a minha vida se resume a acordar, beber chá, comer, ligar PC, ler mails, notícias (e blogs), escrever, escrever, beber chá, escrever, comer, escrever, escrever, escrever, ginásio/yoga, banho, escrever, escrever, comer, escrever, beber chá, escrever, escrever, escrever, escrever e dormir sonhando que continuo a escrever…

Pelo meio, muitos “não consigo mais”, misturados com “vamos lá, está quase” e salpicados por muita esfregadela dos globos oculares.

E ainda há quem diga que inteligência artificial é um mito… Não é! Já existe! Sou eu, um verdadeiro robot humano…





Inside a cage

11 08 2009

Too many days of rain, too many days at home, too many days in front of a computer…

Too much time lost in my thoughts, confronting my dreams to the reality.

Far too long in the same (this) place…

Been realizing this for a while now but I really don’t belong to places like this, where everyone knows each other and routine is a constant. Same faces, same places, same conversations. Nothing new, apart from the gossips about all and everyone…

4 years stuck in here and I’ve stopped growing, I’ve not experienced nor learnt nothing new for far too long. I was really proud of myself 4 years ago, of the maturity and life experience that I had already achieved at such young age but now, staying here for so long, I’ve stagnated. And the most frustating is that everyone else seems to have used the past 4 years to do what I have done for so long, which intensifies my feelings of unachievement…

I know work-wise I’ve grown more than all my life, I’ve changed bits of my personality that got me in many arguments before (not sure that I’m happy with the changes, but at least I don’t “offend” so many people with my personality). I’ve become more tolerant. But when reviewing me as a person, I am at the same stage as 4 years ago. Perhaps even behind, as my self-confidence is pretty low at the moment (probably due to this thesis that insists not to be finished, but I don’t know if that is really the cause or just an easy excuse)…I’m eager to try a new city, a new country, start my life from scratch once again, meet new and hopefully more exciting people that can challenge me, my posture in life and my knowledge so that I can learn and go back to growing once again. I need different types of people around me, with strong personalities that are not affraid to express their ideas, defend their positions and share knowledge. I  need adventurous people that can push me into new experiences. Yes, I could do all that alone but I personally enjoy sharing life with others… And I thought I could find all these in academia… Yeah, right… Perhaps in other place, definitely not in this one.

I know I’ll be leaving soon, not sure where to yet, but somewhere else for sure. However, I really fear that the place has nothing to do with it, I fear that it is age that limited people and I won’t find the type of people I’m looking for anywhere else, only in another time-dimension…





Uma palavrinha para mim,

13 07 2009

uma palavrinha para ti…

No end para esta tese!!! Grrrrrrrrrrrrrrrr

Seca + seca = a minha tese!

22.000 palavras depois ainda falta tanto…

A luz no fundo do tunel esta la, mas ja la esta ha tanto tempo e parece que nao aumenta….

Alguma ajudinha de uma alma caridosa? Tipo um anjinho ou assim que escreva por mim, enquanto eu durmo?

Nao?….

Aiiiiiiiiiiii que nao vejo o fim a este doutoramentooooooooooooooooooooo!!!!!!!!!!





Status for the past days: Solzão!

2 06 2009

O melhor de passar os dias em casa a escrever a tese é que quando o tempo está assim, perfeito, fazem-se pausas a apanhar sol, em vez de pasmar pela internet…

Imagem 216

The best part of spending my days writing the thesis at home is when the weather is like this, perfect and the breaks are spent lingering on the sun, instead of scrolling over the net.